terça-feira, 4 de setembro de 2012

Cresceu!

É isso. O Otto cresceu. É um belo companheiro. No carro, me conforta quando erro os caminhos, fato não raro na nossa rotina. De manhã bem cedinho, comenta a roupa que vou para o trabalho: "Mamãe, você vai de chinelo hoje, por que"? Explico que não, o sapato está na porta. Questiona: tem salto?
Está ligado o tempo todo. É demais.  Você pintou a unha? Passou batom?
Nesse tempo, conheceu a floresta, se encantou com o rio Tapajós e se adaptou muito bem a rotina das crianças da Flona. Nadou, correu, remou, enfrentou corajosamente uma chuva no barco e comeu muito e muito açaí.
Com tudo isso, é claro deu adeus para as fraldas. Em grande estilo, sem estresse.  Essa experiência endossou a tese, já confirmada no fim da amamentação, de que as passagens na hora certa são bem simples. Nesse tempo, o amor também cresceu muito e amadureceu. Agora, o  Otto já até dorme fora, na casa da vovó Gê e do vovô Valdir. E vai fazer turismo no centro com a tia Mill, as primas e a vovó Mirtes. Com direito, a volta de trem pra casa.
Tá muito legal e muito rico tudo isso.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Eu pari em casa



Eu, Rô e Otto participamos da passeata ontem em prol do parto fisiologico, o foco foi o parto em casa. Foi lindo e divertido. Hoje foi bom ler nos jornais o absurdo dos índices de cesáreas no Brasil, coisa que pouco se fala.  O mais legal foi voltar neste lugar e sentir a vitória da nossa família em parir. Resgatar esse força me fez muito bem.

segunda-feira, 4 de junho de 2012




Reikião

Agora eu vou para a reikião. Isso serve para uma monte de coisas. A inspiração foi as saídas minha e do Rô para as reuniões no Ish, agora virou mesmo uma palavra própria.  Neste instante, ele está dentro do guarda-roupa e avisando: estou na reikião.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Arte de ser e de viver

A Associação.  Um ponto que facilita, o Otto frequenta uma associação e não uma escolinha. Realmente este nome escolinha é bem complicado. Enfim, ontem tive reunião na Arte de Ser.  Não foi a primeira, mas, com certeza, a mais rica. Acho que eu, Otto e Rô concluímos a fase de adaptação na escola e ficamos mais inteiros e verdadeiros. Consegui conversa mais tranquila e entender o papel dessas pessoas que rodeiam o meu filho e o meu papel neste espaço.
O mais bacana foi a troca com os pais. Todo mundo no mesmo barco, com muitas afinidades. O Otto tem sido um grande mestre na minha vida. Salve este menino e a sua presença.