Um ano de retorno ao trabalho. Nossa, que bom ver essa fase com essa distância temporal. Orgulho muito da minha família pela persistência na amamentação, no contato físico e na manutenção do olho no olho diante da interrupção bruta da maternagem. Fico feliz em concluir que demos um jeito, metro prá ca e prá la. Almoço na praça, berçario, babá, bom de leite, geladeira nova, potes de leite e Otto sempre pertinho.
Por outro lado, me dá uma tristeza em ver que esse modelo de trabalho e relações é falido. Separar uma mãe do filho com apenas cinco meses. Loucura... Tá errado. Descobri que estamos no errado, o errado é aqui e nossa essencia é descobrir dentro do errado o que é bom e verdadeiro, tem isso tudo aqui dentro.
Eu descobri. E dá-lhe Ítalo Calvino.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Finde bem canino
Começou, na sexta à noite, ele quis deitar na porta de casa com o Tom. Depois, no sábado se acabou com as meninas, Didi e Branca, na Mercedes. No domingo, brincou com a Filô e, para encerrar, grudou a Mafaldinha e foi se esconder na sua casinha.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Chamego dos avôs
Rio e São bem pertinho
Hoje, acordo, às 4h50, com o Otto bem feliz correndo em direção a minha cama. Ele atravessou a casa todo. Do quarto dele para o meu sozinho, sem choro. Tomei um susto, mas morri de orgulho. Isso é resultado da companhia do Rô na hora de dormir. Foi o Rô que fez ele dormir e colocou na caminha dele no quarto dele. Eita, mas o pai é fundamental mesmo na separação. Me lembro quando a Raquel falou que a gente tinha que cuidar para que a tão falada distância do quarto dele para o nosso não virasse São Paulo/ Rio. É claro que acabou virando, principalmente, no inverno. Mas agora que o Otto não anda mais, só corre, o trajeto ficou bem pertinho.
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